segunda-feira, junho 25, 2018


Estupro de vulnerável: Ao menos dois casos foram denunciados nos últimos dias em Ponta Grossa

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A menina de apenas 8 anos teria contato na escola que o padrasto, um homem de 23 anos, esperava a mãe dela dormir e ia até o seu quarto.

A avó dela foi avisada e uma tia acionou a Polícia Militar, a mãe teria ficado sabendo da situação somente depois da filha denunciar o padrasto na escola.

Segundo as informações da mãe não foi consumado o fato, no caso conjunção carnal.

A criança confirmou aos policiais o que acontecia , desta forma o padrasto foi encaminhado para a delegacia.




Outro caso foi registrado na semana passada, onde uma menina foi vitima segundo ela do seu próprio pai.

O caso que foi registrado na região do Bonsucesso , teria sido repassado ao Nucria, após o acusado ser ouvido na 13ª SDP.

Ele foi encaminhado para a delegacia após a criança de apenas 4 anos contar aos tios o que teria acontecido.

A criança e a mãe moram com a família do tio da criança.

E os atos teriam sido cometidos durante uma visita do pai a criança.

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Fica o alerta a todos, quando perceber alguma alteração no comportamento da criança, ou até mesmo sinais e marcas pelo corpo denuncie.

Não seja conivente jamais, denuncie qualquer tipo de violência contra crianças.

Entre em contato com a delegacia mais próximo , ou ligue 190 PM ou ainda ligue 100.

O Disque Direitos Humanos, ou Disque 100, é um serviço de proteção de crianças e adolescentes com foco em violência sexual, vinculado ao Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da SPDCA/SDH. 

Trata-se de um canal de comunicação da sociedade civil com o poder público, que possibilita conhecer e avaliar a dimensão da violência contra os direitos humanos e o sistema de proteção, bem como orientar a elaboração de políticas públicas.

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) fez mudanças no Disque 100 que atendia exclusivamente denúncias de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes. O serviço foi ampliado, passou a acolher denúncias que envolvam violações de direitos de toda a população, especialmente os Grupos Sociais Vulneráveis, como crianças e adolescentes, pessoas em situação de rua, idosos, pessoas com deficiência e população LGBTT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).










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